Sobre
Porque existe este site
Quem tem um pedido de nacionalidade pendente vive com uma pergunta muito concreta: quando chega a minha vez. A informação para responder existe, mas está dispersa por mensagens soltas.
Uma ferramenta, não uma promessa
Este projeto nasceu de uma constatação simples no dia a dia do escritório: a maior parte das perguntas que recebemos sobre processos de nacionalidade não é sobre direito. É sobre tempo. As pessoas querem saber onde vai a fila.
Essa informação é comunicada pelas conservatórias, mas de forma fragmentada — uma mensagem aqui, outra ali, sem histórico e sem organização. Reunir, arrumar por fila e guardar o histórico transforma dados soltos em algo que se pode ler.
O que nos comprometemos a fazer
- Declarar sempre a fonte e o mês de referência de cada número apresentado.
- Preservar as lacunas em vez de as disfarçar com o valor do mês anterior.
- Não apresentar estimativa quando não há base suficiente, mesmo que isso frustre quem consulta.
- Manter a consulta gratuita, sem registo e sem recolha de dados pessoais.
- Nunca pedir credenciais de acesso a portais oficiais.
Quem mantém
O Radar da Nacionalidade é um projeto de Marcos Dias Sales, advogado, autor e responsável pelo canal Vou, mas vou legal! no YouTube, dedicado a imigração e nacionalidade portuguesa. É a mesma pessoa que assina a marca Vou, mas vou legal! — não há qualquer outro responsável, editor ou parceiro editorial por trás deste projeto ou desse canal.
O site é um serviço de informação aberto: não é necessário ser cliente para o consultar, e a consulta não cria qualquer relação profissional.
Se, além de saber onde vai a fila, precisar de apoio na instrução do pedido ou na resposta a uma exigência, fale connosco.
Correções
Se identificar uma data que não corresponde ao que recebeu da conservatória, avise-nos. Corrigimos e deixamos registo da correção. Preferimos um número certo a um número bonito.
