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Sobre

Quem responde por isto

Um escritório pequeno, com um advogado que assina os processos e atende quem os entrega. E um projecto público que dá de graça a informação que os outros vendem.

O advogado

O Vou, mas vou legal! é um projeto de Marcos Dias Sales, advogado dedicado a imigração e nacionalidade portuguesa, e autor do canal Vou, mas vou legal! no YouTube. É a mesma pessoa que assina a marca e que conduz os processos — não há outro responsável, editor ou parceiro editorial por trás deste projeto ou desse canal.

São mais de 20 anos de advocacia, hoje concentrados em nacionalidade portuguesa, vistos e imigração. É tempo suficiente para saber que a parte difícil de um processo raramente é a que o cliente traz na primeira mensagem.

Como trabalhamos

A primeira coisa que fazemos com um caso novo é olhar para os documentos e dizer se há via. Essa resposta é dada antes de qualquer proposta, e às vezes é «não há» — o que poupa ao cliente meses e um valor que nunca chegaria a servir para nada.

Quando há via, o que se contrata fica escrito: o que está incluído, o que não está, e o que depende de terceiros — taxas, certidões, tribunais. Nada disso é margem de manobra para uma conversa difícil lá mais para a frente.

Prazos

Não prometemos prazos, porque ninguém controla o tempo do IRN. O que fazemos é diferente e, achamos nós, mais útil: publicamos as datas que as conservatórias declaram, mês a mês, para que qualquer pessoa — cliente ou não — possa ver com os próprios olhos onde vai a fila.

Nesta altura o acervo tem 174 leituras oficiais do IRN, cobrindo 78 filas ao longo de 6 meses. Está todo disponível no Radar da Nacionalidade, de graça e sem registo.

O que não fazemos

Não pedimos palavras-passe do portal do IRN, não acedemos a processos de terceiros e não garantimos resultados. Também não compramos avaliações nem publicamos depoimentos sem autorização escrita de quem os deu.